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12 de fevereiro de 2013

MUITO ALÉM DO PESO



Eu sempre falo que conhecimento é poder e acredito nisso com toda minha força. Uma das coisas por exemplo que pouca gente sabe é do que, de fato, é composta a comida que faz parte do nosso cotidiano. É comum uma vida corrida, sem tempo para nada, onde cada vez mais cedemos a facilidade dos produtos industrializados, mas saber o que contém neles pode fazer uma grande diferença na nossa saúde.

Eu sou uma pessoa bem chatinha, do tipo que olha composição de tudo no supermercado e chega a pedir a tabela nutricional nos locais que vai comer (ao mesmo tempoa única coisa que não resisto no mundo é pastel, vai entender...). Voltando ao início do post, conhecimento é poder e se você puder controlar o que você come sua saúde e seu peso agradecem.

Para vocês darem uma sacada básica em como somos leigas quando o assunto é alimentação, basta acessar um blog que eu acho tudo de bom, o Fechando o Zíper foi criado por duas nutricionistas que analisam os produtos e mostram o que de fato eles têm ou não de bom. Uma das coisas que amei aprender é que o primeiro ingrediente que aparece na composição do produto é o de maior quantidade, infelizmente descobri que a maioria das coisas que eu comia tinha muuuuuuuuuuuuuuuuuito açucar.


Vale muito a pena assistir ao documentário Muito Além do Peso, parece longo, mas vai mudar a forma como você encara alguns produtos, inclusive o refrigerante, aquele produto infeliz que dá celulite, engorda, só faz mal, mas a gente não consegue viver sem (eu tento!).

20 de fevereiro de 2011

LIXO EXTRAORDINÁRIO

Esse é um post de reflexão.

Sabe aqueles dias que a gente reclama de besteira? Que tá triste, que nada dá certo… Assistam ao trailer desse filme.

Essas pessoas conseguem ser felizes com tão pouco, vamos parar de olhar para o nosso umbigo e perceber que isso é puro egoísmo! Tá na hora de cada um fazer um pouquinho para que no futuro não seja necessário mais um filme como esse para a gente começar a enxergar.
Lixo Extraordinário é um filme segue o artista plástico paulistano Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo. Esse filme foi indicado ao Oscar em janeiro desse ano. Reflitam!











Já  dizia Caio F. Abreu em “Pálpebras de Neblina”:




(…)Foi então que a vi. Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela. Cabelo malpintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olhava a rua. Na mão direita tinha um cigarro, na esquerda um copo de cerveja. E chorava, ela chorava. Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo. Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém, acho. Tão voltada para a própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu, também, não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de néon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida. Sem o recurso dessas benditas levezas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música de Caetano, uma caixa de figos. Comecei a emergir. Comparada à dor dela, que ridícula a minha, dor de brasileiro-médio-privilegiado. Fui caminhando mais leve.(…)


(…)Um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar dele faria com que eu me esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu "dói tanto", contei da moça vadia chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou "porquê?", compreendi ainda mais. Falei: "Porque é daí que nascem as canções". E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?

Segue o trailer do filme:


22 de janeiro de 2011

THE SARTORIALIST

Se alguém aqui ainda não viu o documentário sobre o Scott Schumann (a.k.a The Sartorialist) eis a oportunidade, haha. Assistam!

10 de novembro de 2010

INFLUENCERS







"Influencers- How trends & creativity become contagious" é o nome do mais novo documentário tem-que-ver do ano. O filme é um curta que mostra quem e como influencia as pessoas no momento em diversas áreas de NY como designers, artistas, estilistas, fotógrafos, cineastas e toda e qualquer pessoa que possa vir a influenciar de forma que sua idéia vire tendência.

Passa na página no facebook do curta e fique por dentro de tudo.

Aqui tem o trailler do filme:

8 de março de 2010

FASHION IS A RELIGION

"Fashion is a religion, this is the bible", e hoje as 21h a HBO exibe o documentário The September Issue (um pouquinho antes, as 18:25h Sex and The City- O filme, resumindo Kelly estará em casa às 18h).
O curta fala dos bastidores da edição de setembro da Vogue América e é imperdível, não só por mostrar como funciona nossa amada, idolatrada, salve salve Vogue, mas por mostrar um pouco da personalidade de Anna Wintour (se eu tenho personalidade forte, ela então...)
Além disso o documentário tem a participação de Mário Testino, Siena Miller e outras personalidades da cena fashion mundial. olhos grudados na tv.
Ahhh, só para constar, a Miranda do filme O Diabo Veste Prada foi inspirada na Anna.



O vídeo a seguir faz uma comparação do filme O Diabo Veste Prada com o September Issue:






E esse é o trailler do filme:


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